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Patrícia Mamona foi hoje terceira em Lausanne.
A vice-campeã europeia de triplo salto dá sinais de estar na sua melhor época de sempre e apresentou-se em bom nível na etapa da Liga Diamante, que se disputou hoje no país do Europeu deste ano.
A Liga Diamante visitou hoje Lausanne, na Suíça, a cerca de 200 quilómetros do palco que no próximo mês de agosto acolhe o Europeu de Ar Livre. A única portuguesa que esteve nesta etapa do maior circuito de meetings internacional foi Patrícia Mamona, na prova do triplo salto. A portuguesa esteve muito estável acima dos 14 metros, fazendo quatro ensaios acima dessa marca, que já é considerada de nível internacional. Começou o concurso com 14.12 metros e ao terceiro ensaio pulou para ser a segunda melhor europeia do ano, com 14.35 metros, tendo na sua frente a russa Yekaterina Koneva e a colombiana Caterine Ibarguen. Com esta marca a portuguesa já ultrapassava nas listas europeias uma das referências da especialidade, a ucraniana Olha Saladukha. A atleta ampliaria ainda para 14.49 metros, agora já com rajadas de vento anti-regulamentar, de 2.6 e 2.7 metros por segundo, esta última medida no salto nulo com que encerrou o concurso.
Desta forma Patrícia Mamona, que vendo participando este ano em várias etapas da Liga Diamante, angariou o seu primeiro ponto, o que a coloca para já no sexto lugar do maior circuito mundial de meetings. Restam três meetings até ao final da Liga Diamante que incluem a prova de triplo salto e onde é provável a presença da atleta portuguesa. Mónaco (18 de julho), Birmingham (24 de agosto) e Bruxelas (5 de setembro) serão os palcos onde podem ser amealhados mais pontos para a Liga Diamante.
LEONOR TAVARES REGRESSA AOS SALTOS DO SEU NÍVEL
Depois de um período lesionada, a portuguesa Leonor Tavares esteve ontem em competição em Blois (França), na prova de salto com vara. A atleta lusa foi terceira classificada, chegando aos 4.25 metros, marca que ainda não é o seu melhor, mas que evidencia um regresso à disciplina com alguma qualidade competitiva. Para alcançar Zurique as varistas portuguesas terão de chegar aos 4.35 metros, marca ao alcance do passado de Leonor Tavares e também ao alcance do presente progressista de outras duas varistas a treinar em Portugal: Marta Onofre e Cátia Pereira.
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