Universitários de Crosse sem portugueses

Domingo, 23 Março 2014
Universitários de Crosse sem portugueses

Prova decorreu ontem no Uganda.

O 19º Campeonato do Mundo de Corta-Mato Universitário realizou-se ontem em Entebbe...sem a presença de portugueses, por falta de orçamento.  

Portugal até tem tido um bom historial recente nos Universitários de corta-mato, mas ao que parece, a FADU (Federação Académica de Desporto Universitário) não disponibilizou a verba para este evento, considerando a necessidade da verba para a realização de dois mundiais universitários em Portugal: o 7º Campeonato Mundial Universitário de Voleibol Praia no Porto e o 22º Campeonato Mundial Universitário de Andebol em Guimarães. Esta foi a informação que foi dada à atleta Ercília Machado que em entrevista ao Correio do Minho demonstrou o seu desagrado pela ausência da competição de crosse, no Uganda, após o título universitário de corta-mato.

A atleta do Sporting Clube de Portugal e doutoranda em Engenharia Química e Biológica na Universidade do Minho, que no passado fim-de-semana se sagrou campeã nacional universitária, em Portalegre, viu assim a sua possível última participação neste campeonato impossibilitada. Isto porque o campeonato do mundo só se realiza de 2 em 2 anos e tem um limite de 28 anos de idade, um a menos da idade que a atleta terá no ano de 2016.

Longe desta polémica, no Uganda, realizou-se o Campeonato do Mundo com vitória do lado masculino do ugandês Joshua Cheptegei, com uma marca de 31.07 minutos. O 2º e 3º lugares foram ocupados pelos quenianos Daniel Muindi, com 31.13 minutos e Mark Lokwanamoi com 32.34 minutos. O primeiro atleta europeu foi o italiano Alex Baldaccini, que fechou o top-10 com 33.17 minutos. Coletivamente o Quénia venceu com 14 pontos, seguido do Uganda com 29 pontos e ficando em 3º lugar o Japão com 47 pontos.

Do lado feminino, o pódio não deixou margem de dúvidas que o Uganda participou para ganhar. A ugandesa Winneie Nanyondo venceu a prova completando o percurso em 20.34 minutos, seguida das suas compatriotas Dorcus Ajok com 21.02 e de Prim Twikiriza com 21.07 minutos. A melhor atleta europeia foi a francesa Floriane Chevalier que ficou em 11º lugar, com o registo de 21.45 minutos. No coletivo não houve dúvidas na vitória do Uganda com 6 pontos, seguida de Japão com 15 e Canadá com 38 pontos.

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