Carlos Sá vence Ultramaratona Badwater

Quinta, 18 Julho 2013
Carlos Sá vence Ultramaratona Badwater

Melhor prova de um português em provas tão longas.

O sucesso do atleta português continua, de desafio em desafio. Agora tudo aconteceu no Dead Valey. 

O ultramaratonista Carlos Sá, venceu ontem a ultramaratona Badwater, a ultramaratona mais dura do mundo por ser uma competição non-stop que tem uma extensão de 217 quilómetros. A competição decorreu no Vale da Morte (Dead Valey), nos Estados Unidos, local onde se registou a temperatura mais alta do planeta (56º Celsius, no dia 10 de julho de 1913), começando a prova abaixo do nível do mar e terminando a 4.421 metros de altitude.

A Badwater tem uma distância de 217 quilómetros, percorridos numa única etapa e realiza-se todos os anos, partindo da baía de Badwater, que se localiza a 86 metros abaixo do nível do mar, na região do Vale da Morte na Califórnia. A prova termina no monte Whitney, com 4.421 metros de altitude. A partida e a chegada são, respetivamente, o ponto mais baixo e o mais alto do território continental dos Estados Unidos fazendo com que os 97 atletas, de 22 nacionalidades diferentes, tivessem de realizar uma subida de mais de 4000 metros.

O atleta barcelense de 39 anos dividiu a liderança da prova até à passagem das 90 milhas da prova com o mexicano Oswaldo Lopez, de 41 anos, do México, mas acabou por vencer e alcançar assim o maior feito de um português em corridas extremas de longa distância.

Este ano o atleta já tinha sido considerado o homem mais rápido do mundo na ascensão ao Monte Aconcágua na Argentina, o ponto mais alto do continente americano e de todo o hemisfério sul, com 6.962 metros de altitude. Além disso foi 7.º classificado na Maratona das Areias e conquistou em maio o título de primeiro campeão nacional de Ultra Trail, ao vencer o Madeira Island Ultra Trial.

Em agosto, o ultramaratonista vai participar no Ultra Trail do Monte Branco, nos Alpes, numa prova de montanha com a extensão 168 quilómetros nos Alpes e participará ainda em novembro na Patagonia Run Spreing, na Argentina, numa montanha de 8.000 metros “para cumprir o projeto de ultramaratonista mais completo do mundo” referiu Carlos Sá à Agência Lusa.

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